Clementina, o pequeno citrino doce e cheio de benefícios

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Não se sabe, com certeza, qual a origem deste cítrico doce e sem sementes, poderá ser originária da China ou, há quem diga que surgiu de diversas enxertaduras, nomeadamente com tangerineiras, que um frade francês fez na Argélia. Este frade chamar-se-ia Marie-Clément Rodier e daí terá vindo o nome da fruta.
Podemos não saber exatamente a sua origem mas, quanto aos seus benefícios de saúde não há dúvidas!
Aqui estão os nutrientes que encontramos nas clementinas e que trazem com el
es vários benefícios de saúde:

  • Água

Cerca de 86% da sua constituição é água sendo uma fruta muito hidratante.

  • Fibra

É rica em fibra que ajuda a regularizar o trânsito intestinal, a controlar os níveis de açúcar no sangue e a aumentar a sensação de saciedade. Por outro lado, a clementina tem um índice glicémico baixo o que faz com que a absorção os açúcares seja mais lenta.

  • Vitamina C

A clementina é rica em Vitamina C sendo que uma clementina (cerca de 100g) fornece 50% da dose diária recomenda desta vitamina. A vitamina C, só por si, é responsável por várias funções no organismo representando vários benefícios, dos quais destacamos:
– é um antioxidante que, juntamente com os carotenóides e polifenóis também existentes na clementina, protege as células do organismo contra as oxidações indesejáveis
– ajuda ao normal funcionamento do sistema imunitário, nomeadamente durante o inverno (na proteção contra gripes e constipações) e antes e depois do exercício intenso
– contribui para o normal metabolismo produtor de energia, ajudando na redução do cansaço e fadiga
– aumenta a absorção de ferro

  • Folatos

A clementina é fonte de folatos, importantes para o normal desenvolvimento durante a gravidez, para a normal formação de sangue e síntese de aminoácidos e ainda no normal funcionamento do sistema imunitário e na redução do cansaço


A este conjunto de nutrientes e respectivos benefícios, junta-se ainda o facto de cada clementina (100g) ter apenas cerca de 53kcal. Desta forma não deve hesitar em incluí-la na sua alimentação, sobretudo durante o inverno, altura em que ela poderá ser mais benéfica devido à sua acção no reforço do sistema imunitário. Lembre-se que a natureza sabe o que faz e, se esta é a época da clementina é porque é precisamente nesta época que é mais necessária.


Como escolher e conservar clementinas?

Opte pelas que estão firmes, com a casca de cor viva e brilhante e conserve-as à temperatura ambiente. Se pretender uma conservação mais longa ou se prefere consumi-las frescas pode guardá-las na gaveta inferior do frigorífico.

Consumo, do mais simples ao mais sofisticado

Por dia deve consumir, pelo menos, 2 peças de fruta e, no caso de clementina, 1 peça corresponde a 2 clementinas. Mas lembre-se que a alimentação deve ser variada, não vale fazer da clementina ou de qualquer outra fruta, a única fruta que come, por maiores ou mais interessantes que sejam os seus benefícios. Quanto ao consumo, a melhor forma de consumir fruta é sempre ao natural porque esta é a maneira de manter todos os seus nutrientes. Mas, de vez em quando pode variar e consumi-la incluída num prato salgado ou doce. Aqui ficam alguns exemplos:

Sopa de abóbora e clementina de beber
Corvina com molho de mel e clementina
French toast de maçã e clementina

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Cátia Gouveia Miguel
Nutricionista Auchan – Especialista em Nutrição Comunitária e Saúde Pública
Ordem dos Nutricionistas Nº 1757N