Além das visitas aos médicos veterinários e das vacinas periódicas, também as desparasitações integram um conjunto de precauções que devemos ter em conta quando falamos em cuidado e estima dos nossos amigos de quatro patas.
Dizem que não há melhor companhia do que a dos nossos animais de estimação. São eles que acompanham o nosso dia a dia, que nos alegram através do seu jeito simples e genuíno de ser e que estão, sempre, no mesmo sítio, à nossa espera, após um dia corrido de trabalho.
Tudo aquilo que tem significado exige tempo e dedicação e também os nossos animais são merecedores de todos os cuidados, sejam eles uma alimentação regrada, para ajudar à sua vitalidade e qualidade de vida, ou as desparasitações frequentes, indispensáveis para que estes se mantenham saudáveis.
É, por isto, indispensável estabelecer um calendário anual de desparasitação, tanto interna como externa, de forma a precaver as infestações que, por vezes, estão sujeitos a sofrer. Já escolher o melhor antiparasitário para o nosso animal depende de vários fatores: o tipo de parasita que estamos a tentar combater, o estilo de vida do animal e as suas preferências, claro. As coleiras antiparasitárias libertam gradualmente substâncias ativas que se espalham pela pele do animal, fornecendo assim a proteção contra pulgas, carraças e, em alguns casos, mosquitos como os que causam a Leishmaniose canina. As vantagens destas coleiras são diversas: fáceis de usar, não requerem aplicação mensal e oferecem uma proteção prolongada. É, por isso, uma ótima opção para os animais que passam a maior parte do seu tempo ao ar livre ou em áreas onde os parasitas são abundantes.
As pipetas tópicas são aplicadas diretamente na pele do animal, geralmente na região das omoplatas e protegem contra pulgas, carraças e outros parasitas. São fáceis de aplicar, mas têm uma eficácia mais curta, ao terem de ser aplicados mensalmente. Além disso, criam uma sensação de oleosidade na zona da aplicação que pode ser desconfortável para o animal e até levar a que ele ingira o produto.
Por fim, as desparasitantes internos (comprimidos ou pastilhas) são administrados de forma oral e atuam na parte interna do animal, ou seja, eliminam os parasitas que estão dentro do mesmo. São altamente eficazes e ideais para os animais com dificuldade em tratamentos tópicos ou para os tutores que preferem evitar produtos de uso externo e deixam essa tarefa nas mãos dos veterinários. Esta atenção dada ao animal deve ser sempre orientada pelo veterinário que o encaminha para soluções personalizadas com base nas necessidades específicas do animal e do ambiente em que vive.
Artigo realizado pela Brand Story Content da Global Media Group para a Revista “A Minha Saúde e Bem Estar” da Auchan, edição nº106, 2024