Ir às compras com crianças pequenas pode ser pouco prático e, por vezes, difícil de gerir do ponto de vista funcional. A verdade é que planear de antemão as compras ajuda e se for sem crianças pode gerir com mais atenção as suas escolhas e até ter ideias novas para refeições.
Se, por questões logísticas, tiver mesmo de levar as crianças, o ideal é não tornar a situação uma fonte de ansiedade e tentar tirar o melhor partido da experiência. O hipermercado está repleto de estímulos, luz e cor. Podem funcionar como elementos de distração ou como um jogo de descoberta.
Explique a missão antes de entrar, partilhe os desafios com as crianças e faça-as participar na identificação, seleção e escolha dos produtos com as devidas “balizas”.
Uma espécie de caça ao tesouro na loja. Aproveite para explicar os benefícios de alguns dos produtos, em especial dos frescos, mostre-lhes as bandeiras dos países de origem dos produtos nas etiquetas de preço nas bancadas da fruta, explique como funcionam as balanças e para que servem, descreva a refeição que vai fazer com os produtos escolhidos, etc. Participar no processo pode ser uma forma de as entreter e de aprendizagem. Também contribui para que elas aceitem melhor o consumo das refeições já que participaram na escolha dos alimentos. E depois leva-se o tesouro para casa. Missão cumprida!
Se as crianças foram um pouco mais velhas podem começar a fazer contas, à medida que fazem as escolhas, para se irem familiarizando com o conceito de valor e do dinheiro.
Se as crianças foram muito pequeninas então o ideal será encurtar as compras e, enquanto faz as suas escolhas ,a criança poderá ter nas suas mãos um brinquedo para se entreter. Mas tendencialmente será sempre uma experiências mais cansativa.