Fazer passeios e caminhadas com o cão dá tanto prazer aos cães como aos tutores. No entanto, quando passamos para um exercício mais intenso há que ter em conta a saúde do animal. Praticar desporto ou fazer algum exercício com o cão pode exigir um esforço que o patudo não consegue acompanhar.
Correr, andar de bicicleta, trotineta ou patins com o cão, exige um esforço ao humano que não é equivalente ao do cão. A condição física do patudo, a idade, o peso e o porte são tudo fatores essenciais a ter em conta.
A estação do ano também é determinante, a exposição a muito calor ou muito frio (incluindo chuva) são de evitar. Os fatores ambientais são importantes. Para além da temperatura ambiente, o tipo de pavimento, a temperatura do solo, a velocidade, a duração do exercício e o tráfego devem ser tidos em consideração.
Deve descansar com frequência e dar água.
A escolha da trela também é importante: prefira peitorais com mais suporte. Se estiver tentado em prender a trela à bicicleta, não o faça! Vai ter dificuldade em regular o esforço do animal, apesar dele ir tentar acompanhar o ritmo. Antes de começar deve consultar um veterinário e depois começar por ambientar o cão ao espaço onde habitualmente pratica exercício.
Se pratica exercício que não implica tanto esforço cardíaco pode incluir o seu patudo com menos restrições:
- Yoga (seja no exterior ou em casa): nem todos os cães aderem mas alguns imitam os tutores e divertem-se em conjunto.
- Passeios na praia e no campo
- Dançar
Todas estas atividades destinam-se a cães “amadores”. Existem cães “atletas” que podem praticar desportos mais complexos e que nestes casos têm um treinador, e acompanhamento médico:
- agility (percursos com obstáculos temporizados e o degility que é equivalente mas sem controlo de tempo)
- biathlon (normalmente dirigido a cães de serviço)
- canicross (é um “cross country” em que o tutor é ligado ao cão por uma trela flexível presa ao cinto na zona abdominal e pode ser “puxado”)