Os pets devem ser ensinados a andar sozinhos ou com trela?

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Os cães são os nossos companheiros de vida e são vistos como mais um membro da nossa família. Como tal, também têm necessidades higiénicas, de socialização e de exercício físico. A solução são os passeios! No entanto, é normal que surja a questão se devemos ensiná-los a andar com ou sem trela?

Especialmente no caso de pets com maior dimensão ou que precisem de gastar mais energia, há quem defenda que andar sem trela lhes confere uma maior sensação de liberdade e espaço, por poderem explorar e correr livremente.

No entanto, e de acordo com a legislação em Portugal, é obrigatório o uso de trela por todos os animais de estimação que circulem na via pública ou em lugares públicos, tendo como exceção áreas especificas, como parques para cães. Esta medida tem como objetivo garantir a segurança tanto do próprio pet como das outras pessoas e animais que lá circulam.

Devemos ter em conta que nem todos os cães têm a mesma educação, treino ou personalidade. Todos estes fatores têm influência na forma como o patudo se comporta na rua, um ambiente não controlado e onde existe contacto com outras pessoas e animais desconhecidos. Por isso, a trela é uma forma segura de manter o seu pet longe do perigo durante o passeio.

É importante relembrar que, para os cães se sentirem seguros e confortáveis, a trela deve ser adequada às necessidades e características de cada um: as trelas extensíveis, por exemplo, são mais adequadas para cães que precisam de mais espaço para se movimentar.

Os parques para cães são, habitualmente, áreas cercadas onde podem ser soltos, correr, socializar e brincar com outros, sob a nossa supervisão, sendo uma ótima maneira de promover o bem-estar físico e emocional. No entanto, o patudo deve estar bem treinado e obedecer aos comandos básicos, para garantir um maior controlo no caso de situações de risco.