Quatro etapas para a eliminação de piolhos e lêndeas

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O Verão é tempo de férias para todas as crianças e jovens em idade escolar. Apesar de continuarmos a viver um período pandémico, este ano começamos a viver uma nova normalidade, tornando-se comum o contacto entre familiares, amigos e até mesmo o surgimento de novas amizades, principalmente entre os mais novos. O verão é por isso a época alta das brincadeiras e abraços entre crianças, mas também é um periodo em que os piolhos e as lêndeas têm condições favoráveis à sua propagação.

Os piolhos são a doença parasitária mais comum nas crianças entre os 3 e os 10 anos de idade. Embora seja mais frequente nesta faixa etária, a doença parasitária causada por piolhos, também conhecida por pediculose, é um problema que pode surgir em todas as idades. Estes pequenos insetos, praticamente invisíveis, mudam de cor quando se alimentam de sangue e vivem, em média, entre 30 a 40 dias na cabeça humana, sendo um dos maiores pesadelos dos pais. Fora da cabeça humana, os piolhos apenas sobrevivem durante 48 horas.

Porquê falar de pediculose?

O regresso às aulas está a chegar e é tendencialmente um dos períodos mais críticos para a transmissão de piolhos e lêndeas. Para que as crianças e jovens não sofram com a pediculose é importante prevenir o contágio, identificar, tratar e voltar a prevenir o aparecimento destes pequenos parasitas.

Prevenir o contágio

O contágio é comum ocorrer através do contacto entre cabeças e da partilha de objetos pessoais ou até mesmo roupa. Se os seus filhos partilham chapéus, lenços ou escovas poderão estar mais susceptíveis ao contágio. De igual modo, a partilha de casacos, cabides e até armários facilitam a propagação, uma vez que os piolhos aproveitam todas as oportunidades para chegar à sua próxima vítima. Qualquer rapariga adora pentear-se e, por norma, fazem-no juntas, partilhando escovas e acessórios de cabelo sem a noção, porém, que poderão também estar a partilhar piolhos. Esteja atento a estes pontos de contacto e procure prevenir a propagação da forma mais conveniente.

Identificar

O principal sinal de alerta para procurar identificar é a comichão frequente na cabeça, causada pela presença de piolhos e lêndeas. Quando tal acontece, os pais devem procurar os piolhos na nuca e atrás das orelhas e as lêndeas junto à raiz do cabelo. As zonas húmidas, quentes e de contacto com a pele são onde estes parasitas se alojam frequentemente. Quando se confirma a presença de pediculose numa cabeça do agregado familiar também deve ser verificado o cabelo de todos os membros da família, para que se aplique um tratamento em cada membro afectado evitando futuras propagações.

Tratamento

Existem diferentes soluções de tratamento. Procure escolher um tratamento eficiente, eficaz e pouco invasivo e que seja adquado à sua familia. Todas as soluções eficazes são compostas por pelo menos duas fases: aplicar produtos naturais ou farmacêuticos para facilitar a remoção e o uso de um pente para remoção física dos parasitas de cada fio de cabelo. Este processo requer perícia e astúcia para se tornar eficaz e evitar que o pesadelo volte.
Hoje, existem já clínicas especializadas, como a AMG Piolhos Sintra, que usam produtos naturais e métodos de eliminação não invasivos para a cabeça das crianças e jovens, realizados por técnicos especializados de pediculose.

Cuidados após tratamento

Após o tratamento às cabeças afectadas há cuidados essencias a ter. Visto que os piolhos conseguem sobreviver 48h sem hospedeiro é comum alojarem-se nos nossos espaços habituais. O que deverá fazer após o tratamento? Lavar a roupa de toda a família e os peluches a 60ºC, aspirar os carros e tapetes das brincadeiras, lavar os pentes e escovas e tudo o que pode alojar o parasita deve ser devidamente limpo. A prevenção deve ser continuada. Atenção aos sinais de alerta e procurar identificar a doença em estágios iniciais.

O voltar à escola livre desta doença é uma forma de garantir que as crianças não são hospedeiros activos da doença e que as brincadeiras podem ser livres de piolhos e muito mais alegres! Bom Regresso às aulas!

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Sofia Costa
Gerente e Técnica de pediculose da AMG Piolhos Sintra