Cinema em casa? Sim!

Cinema em casa? Sim! Com projetores de vídeo

Para vermos conteúdos audiovisuais não temos de nos restringir aos écrans. Com o evoluir da tecnologia, a opção pelos projetores de vídeo tornou-se cada vez mais acessível e apetecível. Afinal, transformar uma das divisões lá de casa num mini-cinema é tentador.

Mas quando chega a hora de escolher o projetor, as dúvidas são muitas… Para além dos muitos modelos, os preços variam entre as dezenas e os milhares de euros. E nem sempre os de valor mais elevado significam a melhor escolha para o nosso caso.

Se a sua finalidade é ver filmes ou televisão em casa, aqui ficam algumas dicas que podem ajudar na escolha.

Luminosidade

Cada projetor tem, nas suas características, o nível de brilho, que se mede em Lumens. A importância deste valor está proporcionalmente ligada, ao ambiente de luz onde pretendemos colocar o projetor, e à distância a que este vai estar da parede ou tela de projeção. Salas com pouca luz e distâncias razoavelmente curtas exigem níveis de brilho mais baixos.

Por outro lado, se a sala onde pretendemos ver as projeções, tiver alguma luz permanente ou a distância de projeção for considerável, então a escolha deve recair num modelo com mais Lumens.

Ou seja, avaliar o ambiente onde queremos ver as vídeo projeções é o primeiro passo. Se a divisão da casa, onde ficar o projetor, conseguir estar sempre com uma luz ambiente controlada e o mais baixo possível, não adianta sequer termos um projetor com muitos Lumens. Podem até ser demais. Para além disso, tendencialmente, quantos mais Lumens, maior é o valor do projetor.

Contraste

Outro valor que varia, de modelo para modelo, é a taxa de contraste. Esta tem influência no detalhe, definição e saturação de cores. Neste caso, quanto maior o contraste, melhor a qualidade da imagem.

De uma forma simples, imagine que de um lado do espetro luminoso temos o branco e, do outro, o preto. Uma taxa de contraste de 1.000:1 indica-nos que o branco projetado é 1.000 vezes claro que o preto. Já uma taxa de 2.000:1, indica-nos que a variação das cores reproduzidas é muito maior que a anterior porque o branco é 2.000 vezes mais claro que o preto.

Resolução

Esta pode ser uma característica que pode gerar alguma confusão. É habitual encontrar muitas resoluções nas características dos modelos. Contudo, é importante distinguir entre resolução nativa e resolução suportada.

O que a resolução nos indica é a quantidade de pixels horizontais pelo número de pixels verticais que o projetor consegue reproduzir. E este valor é-nos dado pela resolução nativa. Ou seja, na realidade, qual a quantidade de pixels que o aparelho consegue projetar. Outra coisa totalmente distinta é a resolução que o projetor consegue aceitar a partir da fonte de onde recebe a imagem, independentemente de a conseguir reproduzir, ou não. A esta damos o nome de resolução suportada.

Confusos? Vamos a um caso concreto. Imaginemos um projetor ligado a uma box de televisão por cabo. A resolução nativa do projetor é de 1280×720 pixels. A resolução emitida pela box é de 1920×1080 pixels. Neste caso, mesmo que a resolução suportada pelo projetor possa ser maior (1920×1080) ele só vai conseguir reproduzir uma resolução mais baixa de 1280×720 pixels. Resumindo, mais do que a resolução suportada, avalie a resolução nativa de um projetor.

Como conclusão, na hora de escolher um projetor de vídeo avalie bem, pelo menos, estes três fatores. A combinação entre estas variáveis pode fazer variar, e muito, o valor de cada modelo. E nem sempre o mais caro é a melhor solução para o seu caso.

Conheça as nossas opções de projetores de vídeo.

PUB PUB