Estarão os donos prontos para receber um gato?

Prontos para receber um gato?

Quem decide receber um gato em casa sente, acima de tudo, excitação. Contudo, quer seja um dono novato ou com bastante experiência, é importante assegurar a escolha do gato certo para si.

Frequentemente, o primeiro passo a dar é decidir se deve receber-se um europeu comum (indeterminado) ou uma raça específica. O temperamento e a personalidade do gato são fatores extremamente importantes no momento de decidir que tipo desejam para partilhar a sua vida. Muitos gatos de raças específicas possuem características temperamentais hereditárias. Isto pode ser um bom indicador de previsão do nosso comportamento e útil para tomar uma decisão. No entanto, não existem garantias! O período de socialização, bem como o treino que recebem no primeiro ano de vida, são fatores chave que influenciam o temperamento quando adultos.

O estilo de vida é, provavelmente, o fator mais importante a considerar

Quer trabalhe fora de casa, em horários alargados, esteja reformado ou tenha um lar cheio de crianças, é essencial que o estilo de vida do dono se adeque ao do gato.
Por exemplo, alguns estarão habituados a crianças e apreciam a sua companhia, enquanto outros preferem uma vida mais sossegada.

De um modo geral, são animais solitários

O que significa que se adaptam bem a viver num lar onde sejam o único felino. No entanto, podem conviver bem com outros gatos ou com outro animal.

Também é pertinente se o gato irá viver só dentro de casa ou aceder ao exterior

Os gatos que vivem dentro de casa exigem mais tempo e atenção por parte do dono. A razão é porque dependem dele para brincar, para se exercitarem e para satisfazerem outros comportamentos naturais. Estes podem ser caçar e apurar os comportamentos predatórios. Há que lembrar que os gatos têm necessidades físicas diferentes dos cães e, como tal, podem saltar para as bancadas, móveis e janelas, pedindo assim uma atenção diferente.

Os gatos de exterior mantêm uma condição física normal, devido à sua agilidade e necessidade de fugir aos perigos. Nestes, o comportamento predatório e instinto felino são mantidos, mas também estão mais expostos a riscos decorrentes de lutas, de roaming (comportamento dos gatos que se afastam do seu território) e de acidentes rodoviários. Logo, a localização da casa do dono e o ambiente circundante são também aspetos a ter em conta.

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